MAIS OPÇÕES DE ARMAMENTO PARA QUEM ESTÁ NA LINHA DE FRENTE

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GT debate inclusão das pistolas .38 TPC e .380 na vigilância patrimonial
A legislação da segurança privada está mudando. Agora, o debate também chega ao armamento utilizado pelos vigilantes patrimoniais.

Nesta quinta-feira (01), foi realizada a primeira reunião do Grupo de Trabalho da CCASP que discute a possibilidade de inclusão das pistolas .38 TPC e .380 ACP entre as opções disponíveis para a vigilância patrimonial.

O primeiro encontro teve posicionamento positivo sobre a possibilidade. O assunto volta a ser discutido na quarta-feira (07), com a participação de outros representantes do setor patronal.

Atualmente, essas pistolas já estão previstas pela IN 340/2026 para algumas atividades da segurança privada, enquanto na vigilância patrimonial permanece previsto o revólver calibre .38.
A CONTRASP defende a ampliação das possibilidades.

E isso não significa simplesmente acabar com o revólver .38.

A discussão é para que o vigilante possa contar com mais opções de armamento, acompanhando a modernização tecnológica do setor.

Caso a inclusão avance, a implementação deverá ser gradativa e acompanhada de treinamento adequado. O revólver .38 poderá continuar sendo utilizado onde atenda à realidade operacional, enquanto as pistolas poderão se tornar novas alternativas para a atividade.

O GT também avaliará segurança, capacidade operacional, características balísticas, treinamento e os impactos da mudança na rotina dos profissionais.

O Sindicato dos Vigilantes de Pato Branco defende que quem protege vidas e patrimônio tenha treinamento e equipamentos compatíveis com a responsabilidade da profissão.

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